“ORDEM – VOTAR OU NÃO VOTAR

“ORDEM” – VOTAR ou NÃO VOTAR

Às vezes me pergunto, porque temos gravado em nossa bandeira a frase “ORDEM E PROGRESSO” se em nenhuma oportunidade ou quase isso, respeitamos seu significado!
Vejamos então o assunto agora em discussão como um bom exemplo. O cadastro biométrico que foi definido como obrigatório em determinadas regiões e que deixou de ser feito por quem não deu a devida importância ao tema. Tais pessoas não podem cumprir o seu dever de votar, pois, erroneamente o voto é obrigatório na minha opinião e perderam o direito de escolher seus representantes nesta eleição.
Eis que surgem então os defensores da mudança da regra. Mude-se a ordem! E pronto. Está resolvido! Eu digo que são mais oportunistas que defensores do direito dos eleitores, não sendo que defendem seu próprio sucesso! Eles devem estar contando que “cidadãos” que não procederam o cadastro conforme a “ordem” estabelecida, lhes pertençam, que sejam seus eleitores exclusivos.
Esses tais que pedem ao TSE que esqueça a ordem, certamente fizeram alguma análise e acham que estão perdendo não devolvendo o “direito” ao voto a alguns. Fala-se mesmo que a diferença de votos entre Dilma e Aécio em 2014 foi superior a três milhões de votos, dando a entender que a falta dos “fora da ordem” possa mudar o resultado da eleição.
Em resumo, quando alguém tenta organizar algo neste País, pelo menos entenda-se que para melhorar, os oportunistas de plantão, na senda da lei de Gerson, querem que a “melhoria”, que a “organização” se exploda, para não dizer outra palavra que começa com a letra “F “
Ou seja, “Ordem”! pra que ordem? Que se contentem os outros com a inscrição na bandeira!!!

About Author:
Nilton Cesar Motta iniciou sua vida de trabalho aos 17 anos de idade já tratando com clientes em um escritório de preparação de documentos para automóveis. Mesmo sem saber à época, era o inicio do seu treinamento na relação cliente-fornecedor. Antes de iniciar seu curso acadêmico na Universidade Federal de Santa Maria no Rio Grande do Sul, passou trabalhando como secretário na recém instalada Faculdade de Ciências e Letras em Santa Rosa, interior do Rio Grande do Sul. Formado na Faculdade de Química Industrial em 1976 e já tendo estagiado na empresa multinacional Henkel S.A Indústrias Químicas, iniciou sua carreira profissional nesta mesma empresa em 1977. A Henkel se constituiu na prática em uma nova escola, pois durante 26 anos na mesma, o autor de fato exerceu atividades desde o surgimento até o uso final de produtos químicos para variadas aplicações, o que exigia contatos diários com clientes e fornecedores internos e externos, bem como experiências administrativas.

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